Depois da febre das mídias sociais, principalmente do Twitter, com o apoio da Tecnologia Mobile, tudo ficou mais instantâneo, onde qualquer um pode ser formador de opinião e informar ao vivo algo que esteja acontecendo ou assistindo. Para ilustrar, o indivíduo vai para uma palestra e passa todo o conteúdo através de seu notebook ou do seu celular.
É assim as novas tecnologias e o novo consumo, queremos consumir mais e mais informações, estamos em uma nova era a Era da Informação, buscamos por isso, oferecemos isso, seja em cursos, ou apenas num bate-papo.
Acredito que daqui a algum tempo iremos a eventos que na entrada terá um cartaz dizendo “proibido tweetar”, “proibido veicular o conteúdo na internet”, assim como é com as câmeras “proibido fotografar” ou “proibido filmar”.

Mas é justamente isso que quero debater, será que é nocivo alguém divulgar algo que seja interessante para ele, onde as pessoas que lêem podem se sentir incentivadas a verem numa outra oportunidade?
Por que tantas pessoas quando vão apresentar ou organizar algum evento não incentivam uma cobertura do evento ao vivo através das tecnologias. Tem muitas empresas que estão percebendo as vantagens disso que estão chamando blogueiros para participarem dos preparativos, para estes divulgarem o conteúdo antes mesmo de uma estréia, ou até mesmo durante, tendo uma propagação bem melhor e principalmente uma divulgação com mais credibilidade.

Por Plínio Medeiros.

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2 Responses to “A Cibercultura Instantânea – acontecimento sendo divulgados em tempo real”

  1. O que vai acontecer é um grande reajuste por parte das grandes agências de notícias, como a Routers e a AP por exemplo, essas terão que adequar suas fontes e monitorar constantemente o que está acontecendo nas mídias sociais no menor indício de que um fato importante para a sociedade global esteja na eminência de acontecer ou acontecendo naquele dado momento.

    Tome como exemplo q recente catástrofe no Haiti, as grandes agências só começaram a distribuir a notícia 2 horas após a catastrofe ter ocorrido, no entanto já estava sendo divulgada no twitter e youtube, no exato momento em que o terremoto aconteceu, grandes agências e grandes veículos diferente das mídias sociais, seguem protocolos rígidos antes de distribuir seu conteúdo. É preciso checar a fonte, depois consultar mais duas ou 3 fontes, e confirmar a veracidade dos fatos, a mídia social não faz isso, ela atinge diretamente a distribuição do conteúdo, a veracidade da informação no caso do twitter pode ser analisada através de Hashtag…

    Não concordo quando você afirma que qualquer um pode virar formador de opinião (do dia para noite), pelo menos opinião das massas, você pode até formar opinião em um pequeno grupo social do qual faça parte, porque nele as pessoas já lhe conhecem e sabem do grau de experiência e conhecimento que você carregada sobre aquele assunto.
    A Internet deu e dá voz a quem não teve ou não tem e isso é absolutamente maravilhoso, você poder se expressar livremente e demonstrar sua opinião em relação a assuntos ou “regras” que antes da internet eram verdades estabelecidas, o fato de você poder acompanhar eventos Twittar sobre eles, fotografar, filmar, blogar é sensacional! Você tem um feedback imediato sobre o que as pessoas estão achando desse evento. O promoter terá executar eventos cada vez melhores preocupado justamente com o fato da divulgação e publicidade espontânea que o evento terá , publicidade essa que poderá ser positiva ou negativa…

    Plínio, é praticamente irracional hoje alguém querer restringir o acesso a informação na era da informação… Pego como exemplo o caso da MP3… As gravadoras ao invés de buscar inovação e novos modelos de negócio, preocuparam-se em restringir o acesso a mp3 a qualquer custo inclusive punindo o consumidor daquilo. A Apple inovou e mostrou que existe um modelo inovador que funciona. Por ai segue o mesmo caso de proibir tuitar, fotografar ou filmar….
    As pessoas não incentivam a distribuição de conteúdo dos seus próprios materiais pelo simples fato de não conseguirem inovar seu modelo de negócios. Cada palestra ou evento na web hoje significa prejuízo, um ingresso a menos vendido, uma cadeira a mais vazia na platéia…

    Felizmente a web e o acesso a informação avançam em uma velocidade sem precedentes nos anos anteriores, infelizmente o cérebro humano e o modelo socioeconômico mundial evoluem de forma tão lenta que as vezes dá impressão que estamos na contra mão de tudo isso.

  2. Rogério, obrigado por toda a atenção dada ao meu post, fico feliz por pessoas lerem e se expressarem também, gosto muito de debater assuntos.
    Sobre pessoas serem formadoras de opinião, concordo com você que não é qualquer um para uma grande massa meio que instantaneamente, mas qualquer um está apito a emitir a sua opinião, depende exclusivamente dele ter idéias e causas boas que motivem o seu público. Diferente da televisão e jornais que você precisa que dêem esse espaço para você se manisfestar, e isso quando não deturpam o que você disse.
    Sobre ser irracional restringir o acesso a informação discordo de você, presenciamos os jornalistas brigarem, pois estavam pribidos veicularem notícias nas mídias sociais. Tem muita empresa cabeça dura por aí, que apesar de estar na Era da Informação, ainda vive em sistema de produção na ERa Industrial.

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